Não foram poucas as vezes em que fui perguntado acerca da minha fé... Já deixei passar muitas oportunidades de transmitir o amor de Cristo e Seu evangelho por não estar pronto para responder perguntas como as do título do post. A quem possa interessar saber as MINHAS respostas para as perguntas acima ou se você simplesmente acha que elas podem lhe ser úteis aqui vai pode-se dizer um "resumo" da minha fé...
Crente em quê?
Acredito ser importante falar sobre esse Deus que eu creio que me criou para estar próximo dele, que contudo, decidiu que ao contrário de todas as suas outras criaturas (pelo menos as que Ele nos permitiu conhecer) eu poderia escolher se queria segui-lo e aos seus mandamentos. Creio também que esse Deus ao perceber que o homem não conseguia por conta própria guardar seus mandamentos entregou como sacrifício a vida de seu filho unigênito (que é Deus com Ele) para dar ao homem a chance de um dia estar em sua presença. Creio num Deus que não se revela totalmente pois espera que nós homens e mulheres creiamos por fé nessa inacreditavelmente detalhada carta de amor (Bíblia) que nos conta essa e tantas outras histórias acerca da natureza sobrenatural desse Deus bondoso. E creio num Deus que não parou por aí, pois ainda acontecem sim milagres todos os dias e ele nos deixou seu Espírito Santo consolador... Mas antes de tudo, é preciso fé...
Como assim Jesus me AMA?
Ama sim, e ama tanto que se fez homem, veio trazer a mensagem de amor que dividiu a história da humanidade, foi acusado e morto por um crime que não cometeu e ainda assim te espera ansiosamente na casa do Pai... Te oferecendo a verdadeira vida, bastando que você apenas creia.
ETC...
Esse blog é um espaço meu, não tenho tema fixo para abordar aqui então esse não é um blog "cristão" (hoje em dia já exite até "cd cristão"... já viu blog ou cd ir à igreja?) mas um blog cujo autor é seguidor de Jesus Cristo, graduando de Direito, namorado babão da mulher mais linda do mundo e guitarrista de fins de semana... Então os meus temas são os temas da minha vida... Se você leu até aqui embaixo... bom... Volte Sempre!!!
Ahn? Crente?? Porquê? Crente em quê? Como assim Jesus me AMA?
Postado por Jojo Santana às 09:26 0 comentários
Deus vs. Ciência
"Deixe-me explicar o problema que a ciência tem para com Jesus Cristo"
O professor ateu de Filosofia faz uma pausa perante a sua turma e então pede a um de seus novos alunos
que se levante.
"Você é cristão não é, filho?"
"Sim senhor" diz o estudante
"Então você crê em Deus?"
"Absolutamente"
"Deus é bom?"
"Certamente! Deus é bom."
"Deus é todo-poderoso? Deus pode fazer qualquer coisa?"
"Sim"
"Você é bom ou mal?"
"A Bíblia diz que eu sou mal."
O professor sorri conscientemente...
"Aha! A Bíblia!" Ele pensa por um instante...
"Aqui vai uma para você:
Digamos que existe uma pessoa doente aqui e que você pode curá-la. Você consegueria curá-la.
Você a ajudaria? Você tentaria?"
"Sim senhor, eu a ajudaria"
"Então você é bom...!"
"Eu não diria isso."
"Porque não dizer isso? Você ajudaria uma pessoa doente se pudesse. A maioria de nós faria o mesmo. Mas Deus não"
O aluno não responde, então o professor continua:
"Ele não o faz não é mesmo? Meu irmão foi um Cristão que morreu de câncer, mesmo ele tendo orado para que Jesus o curasse.
Então como é que esse Jesus é bom? Hein? Você consegue responder essa?"
O estudante continua em silêncio...
"Não, você não consegue, não é mesmo?
Ele toma um gole de água do copo que estava em sua mesa para dar ao aluno tempo para relaxar...
"Vamos começar novamente meu jovem...
Deus é bom?"
"Err.sim."
"Satanás é bom?"
Dessa vez o aluno não hesita: "Não."
"De onde Satanás veio?
'De... Deus..."
"Isso mesmo. Deus fez Satanás não é mesmo? Diga-me filho:
Existe mal nesse mundo?"
"Sim, senhor"
"O mal está em todo lugar, não está? E Deus fez todas as coisas certo?"
"Sim."
"Então quem criou o mal? Se Deus criou todas as coisas, então Deus criou o mal, já que o mal existe, então de acordo com princípio de que nosso trabalho define quem somos, então Deus é mal."
Sem dar tempo para que o aluno respondesse, o professor continua:
"Existe doença? Imoralidade? Ódio? Feiúra? Todas essas coisas terríveis existem no mundo?"
O aluno: "Sim"
"Então quem as criou?"
O aluno novamente não responde, então o professor repete a pergunta.
"Quem as criou?" Ainda nenhuma resposta...
Repentinamente o professor muda o ritmo da aula e andando de um lado a outro se dirige a outro aluno:
"Diga-me:
Você acredita em Jesus Cristo, filho?"
A voz do estudande é confiante: "Sim professor, eu acredito"
O homem pára.
"A ciência diz que você tem cinco sentidos que pode usar para identificar e observar o mundo ao seu redor...
Você já viu Jesus?"
"Não, senhor. Eu nunca o vi"
"Então nos diga: Você já ouviu Jesus?"
"Não, senhor, nunca"
"De fato, por acaso você já sentiu seu Jesus, sentiu o gosto ou cheirou seu Jesus? Você já teve alguma percepção sensorial de Jesus Cristo, ou Deus de qualquer forma?
"Não senhor, temo que não."
"E mesmo assim você acredita Nele?"
"Sim"
"De acordo com as regras de protocolo empírico, testável e demonstrável, a ciência diz que seu Deus não existe.
O que você diria sobre isso, filho?"
"Nada" responde o aluno. "Eu só tenho minha fé."
"Sim, fé... e esse é o problema que a ciência tem com Deus. Não existem evidências, apenas fé."
O aluno fica em silêncio por um momento, antes de fazer uma pergunta por conta própria:
"Professor, existe calor?"
"Sim" responde o professor "Existe calor."
"E existe frio?"
"Sim, filho, existe o frio também"
"Não senhor, não existe."
O professor se vira para o aluno, obviamente interessado.
A sala de repente se torna muito silenciosa. O aluno começa a explicar:
"Você pode ter muito calor, mais calor ainda, super-calor, mega-calor, calor ilimitado, calor branco, um pouco de calor ou calor nenhum, mas não existe nada que se chame 'frio'.
Podemos atingir até -237ºC [0K ou zero absoluto (N. do T.)] que é a ausência de calor, mas não se pode ir nada além disso.
Não existe frio, se assim fosse, poderíamos esfriar mais do que -273ºC [0K ou zero absoluto (N. do T.)]
Todo corpo ou objeto é suscetível a estudo quando possui ou transmite energia, e o calor é o que faz tal objeto ter ou transmitir energia. O zero absoluto (-273ºC) é a total ausência de calor.
Então perceba senhor, 'frio' é apenas uma palavra que usamos para descrever a ausência de calor.
Não podemos medir o frio. Podemos medir o calor usando unidades térmicas porque calor é energia. O frio não é o oposto do calor, senhor, apensa a ausência do mesmo."
O silêncio invade a sala.
Uma caneta cai em algum lugar e soa como um martelo...
"E que tal a escuridão professor? Existe escuridão?"
"Sim" responde o professor sem hesitar. "O que é a noite se não a escuridão?"
"Você está enganado novamente, senhor.
A escuridão não é algo, ela é a ausência de algo.
Você pode ter pouca luz, luz normal, luz brilhante, luz pulsante mas se você não tem luz por certo período você não tem nada, e então chamamos de escuridão, não é mesmo? Esse é o significado que usamos para definir a palavra. Na realidade a escuridão não existe.
Se existisse, poderíamos tornar a escuridão mais escura, não é mesmo?
O professor começa a sorrir para o aluno à sua frente.
Esse vai ser um bom semestre.
"Então aonde você quer chegar meu jovem?"
"Sim, professor.
Minha idéia é de que sua premissa filosófica é incorreta, logo, sua conclusão também."
Agora o professor não consegue mais esconder a surpresa...
"Incorreta? Você pode explicar como?"
"Você está trabalhando na proposta da dualidade
Seu argumento é de que existe vida e morte, um Deus bom e um Deus mal.
Você está enxergando o conceito de Deus como algo finito, algo que poderíamos medir.
Senhor, a ciência não consegue nem explicar um pensamento.
Um pensamento usa eletricidade e magnetismo, mas nunca se viu nem se completamente entendeu nenhum dos dois.
Enxergar a morte como sendo o oposto da vida é ser ignorante ao fato de que a morte não pode existir como uma coisa em si só.
A morte não é o oposto da vida, apenas a ausência da mesma.
Agora diga-me professor:
Você ensina aos seus alunos que eles evoluíram de um macaco?
"Se você se refere ao processo evolutivo natural, meu jovem, sim, é claro que eu ensino."
"Você já observou a evolução com seus próprios olhos, senhor?
O professor começa a balançar a cabeça, ainda sorrindo, enquanto percebe para onde esse argumento está indo. De fato, um ótimo semestre.
"Já que ninguém jamais observou o processo de evolução em andamento e não conseguem nem de fato provar que este processo está acontecendo, por acaso você não estaria ensinando sua opinião, senhor? Será que agora você não deixou de ser um cientista, e se tornou um pregador?"
A turma já não está mais em silêncio.
O aluno aguarda que a turma se acalme antes de continuar.
"Para continuar o assunto sobre o qual você estava falando mais cedo com o outro aluno, me permita dar um exemplo do que eu quero dizer."
O aluno observa a sala.
"Alguém nessa sala já viu o cérebro do professor?" A turma começa a rir.
"Alguém já ouviu o cérebro do professor? Sentiu o cérebro do professor? Tocou ou cheirou o cérebro do professor? Aparentemente não...
Então, de acorto com as regras estabelecidas de protocolo empírico, estável e demonstrável, a ciência diz que você não tem cérebro, com todo o respeiro, senhor.
Então se a ciência diz que você não tem cérebro, como poderíamos confiar nas suas aulas, senhor?
A sala agora está em silêncio.
O professor só encara o aluno, sua expressão é ilegível.
Finalmente, após o que pareceu uma eternidade, o velho homem responde:
"Acho que eles têm que ter fé em mim."
"Agora você aceita que existe fé, de fato, a fé coexiste com a vida
Agora, senhor, o mal existe?"
Agora, já sem tanta certeza, o professor responde: "Claro que existe. nós o vemos todos os dias. Está no exemplo diário da falta de humanismo do homem. Está na onda de crimes e violência em todo lugar do mundo. Essas manifestações não são nada além do mal."
A isso o aluno respondeu: "O mal não existe senhor, ou pelo menos não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência de Deus.
É como a escuridão e frio, uma palavra que o homem criou para descrever a ausência de Deus.
Deus não criou o mal. O mal é o que acontece quando o homem não tem o amor de Deus em seu coração.
É como o frio que vem quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz..."
O professor se sentou...
Postado por Jojo Santana às 04:44 1 comentários
Graça... simples assim...
Vida "correta" vs Graça
Diálogo presente no livro "O Grande abismo" de C.S. Lewis
Fantasma - Habitante do "purgatório" ou "inferno"
O diálogo acontece ao encontrar um antigo conhecido que foi para o céu num momento em que o fantasma tem uma chance de redenção...
“O que eu gostaria de entender”, disse o Fantasma, “é o que você está fazendo aqui, todo alegre. Você, um miserável assassino, enquanto eu fiquei andando pelas ruas lá em baixo e vivendo num chiqueiro todos esses anos.”
“É um pouco difícil de compreender no começo. Mas tudo acabou agora. Você vai ficar contente com o que aconteceu afinal. Até lá não precisa preocupar-se.”
“Não preciso me preocupar? Não tem vergonha de dizer isso?”
“Não. Não é como pensa. Não estou pensando em mim mesmo. Eu já desisti disso. Tive de fazê-lo, sabe, depois do homicídio. Foi isso o que ele fez por mim. E foi assim que tudo começou.”
“Pessoalmente”, disse o Grande Fantasma com uma ênfase que contradizia o significado comum da palavra, “Pessoalmente, eu acho que nossos lugares foram trocados. Essa é a minha opinião pessoal.”
“É bem possível que logo aconteça isso”, respondeu o outro. “Se você parar de pensar no assunto.”
“Olhe para mim agora”, falou o Fantasma, batendo no peito (mas as batidas não fizeram ruído algum). “Sempre andei direito. Toda a minha vida. Não digo que fosse religioso ou que não tivesse defeitos, longe disso. Mas fiz o melhor que podia a vida inteira. Fiz o máximo por todo mundo, eu sempre fui assim. Nunca pedi nada a que não tivesse direito. Se queria beber pagava pela bebida e se recebia salário, trabalhava pára isso. Está vendo? Eu era assim e não me importo quem saiba disso.”
“Seria muito melhor não ficar repisando esse assunto agora.”
“Quem está repisando? Não discuto. Estou só lhe dizendo como eu era. Não estou pedindo nada senão os meus direitos. Você pensa que pode me olhar de cima só porque está vestido desse jeito (e não estava quando trabalhava comigo) e eu não passo de um pobretão. Mas tenho de ter os meus direitos do mesmo modo que você, está vendo?“
"O, não. Não é tão mau assim. Não tenho direitos. Caso contrário não estaria aqui. Você também não irá obter os seus. Vai ganhar algo muito melhor. Não tenha medo.”
“É isso que estou dizendo. Não tenho direitos. E sempre fiz o meu melhor e nunca nada errado. E não vejo porque devo ser considerado inferior a um reles assassino como você.”
“Quem disse que vai? Alegre-se e venha comigo.”
“Por que continua falando desse modo? Só estou dizendo como sou. Só quero os meus direitos. Não estou pedindo piedade de ninguém.”
“Então faça justamente isso. Peça piedade. Tudo aqui é recebido quando se pede e nada pode ser comprado.”
“Isso pode ser muito bom para você, tenho certeza. Se eles deixam entrar um miserável homicida só porque ele pede piedade na última hora, isso é problema deles. Mas eu não estou no mesmo barco que você, percebe? Por que deveria? Sou um homem decente e se tivesse os meus direitos já estaria aqui há muito tempo, e pode dizer isso a eles.”
O outro sacudiu a cabeça. “Você não pode agir dessa forma”, ... "E não é exatamente verdade, sabe?” O riso dançou em seus olhos enquanto falava.
“O que não é verdade?” perguntou amuado o Fantasmão.
“Você não foi um homem decente e não fez o seu melhor. Nenhum de nós foi e nenhum de nós fez. Que o Senhor o abençoe, isso não tem importância. Não é preciso falar sobre isso agora.”
“Você?!” gaguejou o Fantasma. “Você tem coragem de dizer que eu não fui um sujeito decente?”
“Claro. Preciso entrar em detalhes? Vou dizer-lhe uma coisa para começar. Assassinar o velho Joaquim não foi a pior coisa que fiz. Isso foi obra de um momento e eu estava meio louco naquela hora. Mas eu matei você em meu coração, deliberadamente, durante anos. Eu costumava ficar acordado à noite, pensando no que faria se tivesse oportunidade. Foi por isso que fui enviado a você agora: para pedir o seu perdão e ser seu servo enquanto precisar de mim, e mais ainda se lhe agradar. Eu era o pior. Mas todos os homens que trabalhavam sob as suas ordens sentiam o mesmo. Você tornava as coisas difíceis para nós. E também fez difícil a vida de sua mulher e seus filhos.”
“Cuide de seus assuntos, meu jovem”, falou o Fantasmão. “Nada de palavrórios, está ouvindo? Porque não vou aceitar nenhum atrevimento da sua parte sobre os meus negócios particulares.”
“Não existem assuntos particulares”, replicou o outro.
“E vou dizer-lhe outra coisa”, falou o Fantasmão. “Pode ir embora, está ouvindo? Ë um indesejável. Posso ser um homem pobre, mas não faço amizade com assassinos, menos ainda aceitar lições deles. Fiz as coisas difíceis para você e os de sua espécie, não é? Se estivéssemos de volta lá, eu lhe mostraria o que é trabalho.”
“Venha e me mostre agora”, respondeu o outro com um riso na voz. “Vai ser gostoso subir as montanhas, mas haverá muito trabalho.”
“Você não está pensando que vou acompanhá-lo?”
“Não recuse. Nunca chegará lá sozinho. E fui enviado a você.”
“Ah! Então é esse o truque, não é?” vociferou o Fantasmão, aparentemente com amargura; mas julguei que havia uma espécie de triunfo na sua voz. Ele fora solicitado, podia recusar, e isso lhe parecia como uma vantagem. “Pensei que devia haver algum disparate. Não passa de uma panelinha nojenta. Diga-lhes que não vou. Prefiro ir para o inferno do que acompanhar você. Vim aqui para conseguir os meus direitos e não para mendigar caridade, amarrado em seu avental. Se eles forem bons demais para ficarem comigo sem você, vou para casa.” Ele estava quase feliz agora por poder, num certo sentido, fazer ameaças. “E isso que farei”, repetiu, “vou para casa. Não vim aqui para ser tratado como um cão. Vou embora. E isso que farei. Para o diabo com todos vocês.
No final, ainda resmungando, mas também choramingando um pouco enquanto escolhia caminho sobre a grama aguçada, ele se foi...
Postado por Jojo Santana às 08:39 0 comentários
Não se incomode...
Representação muito interessante...
Faz a gente pensar em algumas prioridades da nossa vida cristã "normal"...
Abraços...
God Bless!
Postado por Jojo Santana às 15:31 0 comentários
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